
Vinte anos depois do fim de uma Europa adiada, que o muro teimava em separar, só me resta agradecer aos que o derrubaram. O som do cair do primeiro pedaço de cimento armado, foi o anel de noivado da nossa união. Na nossa memória deve no entanto perdurar, os que lutando por um futuro melhor, atravessaram corajosamente a maior das barreiras ideológicas que o mundo já conheceu, e pereceram aos pés da injustiça. Saibam agora os filhos da liberdade honrar o futuro desta Europa unida pela esperança. Que caminhem olhos postos no amanhã, certos que outros muros, os invisíveis, ainda esperam pela queda.
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